Vera Cruz - RS, quarta-feira, 21 de novembro de 2018
Publicado 14/09/2018 » Geral
Quando o eleito vira eleitor
Fonte: Jornal Arauto

O que o brasileiro sonha para 2019? Um novo presidente? Um novo governador? Uma mudança geral no Congresso? Na Assembleia? Um novo país? O quê? As perguntas, hoje, são muitas. E o dia 7 de outubro é o início das decisões. É naquele domingo o primeiro turno das eleições 2018. Para os cargos do Executivo pode haver um novo dia para ir às urnas, dependendo do percentual de votos que cada candidato irá receber. Será, então, em 28 de outubro o grito daqueles que estarão à frente do país e dos estados a partir de janeiro do próximo ano.

A três semanas do pleito, a dúvida de muitos segue sendo em quem votar. E você, já sabe? Está de olhos atentos à propaganda eleitoral no rádio, na tv, na internet? Já recebeu a visita de algum candidato ou membro da campanha? Viu algum folder, outdoor, anúncio no jornal? Os dias que antecedem a escolha costumam ser de carros adesivados, placas em casas, carreatas, passeatas, de muita campanha eleitoral.

Mas e o que pensam aqueles que há dois anos estavam, de porta em porta, buscando um voto: os candidatos a vereador, a prefeito e a vice? Os eleitos em outubro de 2016 já sabem em quem votar? Traçaram um perfil? Como irão às urnas? O Nosso Jornal foi conferir. Falou com os 11 vereadores que hoje estão na Câmara Municipal, além do vice-prefeito de Vera Cruz, Alcindo Iser. O chefe do Executivo local, Guido Hoff, preferiu não comentar as eleições. Aos entrevistados, as questões feitas não quiseram descobrir o voto em A ou B  candidato, mas entender o que pensam.

Alcindo Iser espera um presidente que foque na agricultura
Presidente municipal de partido político, o vice-prefeito de Vera Cruz, Alcindo Iser, também espera por mudanças a partir de 2019. Ele acredita que em nível federal, a população deve priorizar aqueles que  focam na agricultura, carro-chefe da economia, não só do Vale do Rio Pardo, mas de boa parte das unidades federativas. “Hoje, o que percebo, também como produtor, é que estamos praticamente só pagando o custo de produção, tendo quase nada de lucro. Isso precisa mudar”, destaca. “Ou é necessário baixar os insumos ou precisa aumentar o valor pago ao produtor”, sugere Iser, que espera mais valorização para aqueles que têm a lida agrícola como principal renda.

Assim como em Brasília, que deve haver mudança em quem ocupa o Palácio do Planalto, no Rio Grande do Sul o vice-prefeito quer cara nova dentro do Piratini. E confia na proposta de governo de um homem jovem, que administrou, num passado recente, um populoso município do sul do Estado. Coligado com o PTB, partido de Iser, o vera-cruzense acredita que esse governo irá concretizar obras não só na Capital das Gincanas, mas em municípios da região, além de dar sequência a projetos já em andamento no Rio Grande do Sul.

Quer ler o que falaram os vereadores? Confira na edição impressa do Jornal Arauto desta sexta-feira.

(Foto Arquivo Arauto)






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