Vera Cruz - RS, quarta-feira, 12 de dezembro de 2018
Publicado 03/08/2018 » Geral
Destino dos gincaneiros de plantão é Linha Tapera
Fonte: Jornal Arauto

A gincana está para Vera Cruz como o carnaval está para o Rio de Janeiro. Ou como o futsal para Carlos Barbosa. Como chope para a Oktoberfest. Como a boia forte para Vale do Sol. Ninguém precisa apresentações. Quem pertence a cada um desses lugares, simplesmente sabe, vive, direta ou indiretamente. Pois a autodenominação de Capital das Gincanas não é à toa. A maior delas, a Gincana Municipal, já chegou na 30ª edição. Há gincanas em escolas, grupos organizados e até meio ambiente. Tudo vira gincana por aqui. Talvez a que venha neste fim de semana já possa ser considerada a segunda maior de Vera Cruz, um ensaio da municipal. Todos os olhares apaixonados de gincaneiros se voltam à Linha Tapera. Por quê?
Distante 15 quilômetros da zona urbana de Vera Cruz, a região de Linha Tapera e Dois de Dezembro criou a gincana com o grupo de jovens Força Juvenil. Com o passar dos anos, o evento, que já chega na nona edição, cresceu, se profissionalizou e tem atraído cada vez mais os olhares de quem é apaixonado por gincana. Para participar e para caçar talentos. A organização agora cabe a uma comissão coordenada por Roger Severo, que já atuou como participante desta disputa. Serão cerca de 20 tarefas neste sábado e domingo e quem quiser assistir, basta chegar até os arredores do ginásio de Linha Dois de Dezembro.
Cada uma das três equipes - Maragatos, Mulambo’s e Phoenix - é composta por 30 inscritos, essencialmente da região sul do Município, entre eles, três coringas, uma inspiração nos super-inscritos da Gincana Municipal deste ano. Um dos diferenciais que faz o sucesso do evento é a elaboração de tarefas que exigem o conhecimento de quem vive na localidade, seja por identificar lugares, ter os contatos certos, a busca de coisas específicas. 
Um ensaio para a disputa municipal? A opinião de Josieli Carvalho, uma das gincaneiras, traduz isso. “Acredito que toda gincana é acirrada, disputada e difícil. Posso dizer que é tão acirrada quanto a do município. A gincana de Linha Tapera traz muitos integrantes de equipe da gincana municipal. O interessante é que aqui, na nossa gincana, as equipes municipais se dividem e se unem (às três participantes). Tem gente de todas equipes em uma única equipe. Acredito que isso é uma troca de experiências, é construtivo e faz com que façamos novas amizades dentro de outras equipes”, resume ela.
Portanto, ao conhecer o trabalho da Phoenix, da Maragatos e da Mulambo’s, neste sábado e domingo, não se espante se enxergar gincaneiro com camiseta da Selvagens, Xiruz, Los Refugos, Kaimana, Kabonghi e Largados por lá. Está todo mundo de olho e inserido nesta loucura.

Confira matéria especial na edição desta sexta-feira.

Três equipes disputam o troféu em Linha Tapera (Foto Arauto)






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